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Florência Silva: mãe, professora e representante de movimentos do campo

Publicado em 11/05/2017

           “Mas é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana sempre. Quem traz no corpo a marca: Maria, Maria; mistura a dor e a alegria”. O trecho da música de Milton Nascimento reflete a vida de luta e superação de Florência Martins de Sousa Silva.

            Mãe de sete filhos, uma das tantas “marias” brasileiras, nasceu em Pedreiras (MA) em 1940. Casada com José Bernardo da Conceição Sousa, mudou-se para o Povoado de Petrolina no município de Imperatriz (MA) no final da década de 1960, onde tornou-se expoente nas ações de busca por melhorias para a comunidade.

        Ativa nos projetos, Florência trabalhou como agente comunitária de saúde; como professora no Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) por 10 anos e na Escola Municipal Juscelino Kubitschek por 25 anos; também foi membro dos movimentos religiosos de catequeses e pastorais da Igreja Católica, participante da Associação de Quebradeiras de Côco e também foi presidente do Clube de Mães do povoado.

            Nesta semana, Florência recebeu o Troféu Hilda Rocha Cortez, que todos os anos premia mães de destaque da cidade de Imperatriz na Câmara de Vereadores. O prêmio, que visa resgatar os valores da família, foi criado em 2015 e em seu nome homenageia a primeira mulher que se tornou vereadora em Imperatriz, Hilda Rocha Cortez, em 1955.

 

                                                

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